O Brasil clama por um novo amanhecer. Há anos assistimos à nossa sociedade se fragmentar em uma arena de agressões vazias, onde o debate público foi substituído pelo barulho e a disputa pelo poder esqueceu o seu propósito original: cuidar das pessoas.
Como terapeuta, nutricionista, professora e mãe, eu aprendi que a nossa sociedade está doente porque estamos tentando resolver problemas estruturais com as mesmas ferramentas que nos adoeceram. Estamos saindo para a luta sem ter base, sem estarmos aterrados. Nossas raízes coletivas deixaram de buscar a terra e passaram a se alimentar de um ego ferido.
E a verdade que ninguém quer encarar na política é uma só: feras feridas ferem.
Seguimos nos sentindo no direito de atacar porque em algum momento da história fomos agredidos. Carregamos traumas profundos e feridas abertas, e o ódio político nada mais é do que o reflexo dessas sombras não integradas. Mas a verdadeira revolução não acontece na disputa. Ela começa quando decidimos parar, respirar e curar as nossas feridas.
A minha candidatura a Deputada Federal nasce desse compromisso. Eu não trago apenas propostas de gabinete; trago a minha própria trajetória. Minha busca começou na ciência do cuidado, através da meditação, da respiração consciente e das terapias corporais — como o Pulsation, a Bioenergética de Reich e o Osho. Foi ali que compreendi que o nosso corpo é o registro vivo de todos os nossos traumas, mas é também o único espaço possível para a nossa real libertação. E foi essa mesma busca que me levou além: ao respeito à floresta, à convivência com os povos originários e à escuta profunda dos saberes ancestrais e das medicinas tradicionais. Essa vivência integrada me ensinou que defender a nossa diversidade, as nossas raízes e a integridade do nosso ser é defender a própria vida.
A Política do Despertar é a proposta de um novo caminho para Minas Gerais e para o Brasil, estruturada em três eixos inegociáveis e totalmente integrados: